acha que tudo e bom 5 estrelas que eles não gastão nada kkkkk
vocês vão gosta dessa entrevista
A primeira conversa foi com a piloto do time Kona Les Gets Factory, a inglesa Tracy Moseley. Confiram.
Altura : 1,65m
Peso : 75kg
Residência: Malvern, Worcs, UK
Pornto forte: Determinação
Pornto fraco: Comida
Pior parte da vida: empacotar e desempacotar minha bicicleta todo fim-de-semana
Comida Favorita: Grelhado de domingo do papai
Carreira :
. 3 vitórias na world cup, Campeã Européias de 2000
. Vitória na WC 2004 (4ª overall) e vencedora da Maxxis Cup series
DHBrasil : Porque você acha que o número de pilotos nesta etapa da WC foi tão baixa?
Tracy : Primeiramente o custo, as passagens aéreas por exemplo são bem caras.
DHBrasil : Mas a equipe que banca, certo?
Tracy : Isso, mas nem todo mundo está na mesma situação. Vários pilotos recebem uma soma de dinheiro por ano e pagam por sua própria passagem. Mas esta foi a primeira razão, a segunda foi que tivemos três etapas na sequência ( Mont-Saint-Anne no Canáda, Balneário Camboriú no Brasil e Novo México nos EUA ) e isto é muita peregrinação. E muitos no circuito não estão necessáriamente na briga pelos pontos.
DHBrasil : Que não é o seu caso né?
Tracy : Isso, eu quero estar em todas as corridas e a maioria que está aqui veio para brigar ( pelos pontos ). Resumindo é isto, custo e a viagem.
DHBrasil : Você acha que os que não vieram estavam com medo do nosso país? Violência? Muitas pessoas acham que tudo por aqui é floresta tropical...
Tracy : É, acho que eles não se dão conta. Pensam no monte de injeções que você acha que vai ter que tomar, como Malária ou isso ou aquilo. E eu disse : nós não vamos a lugar nenhum que é próximo a selva. Acredito que as pessoas estavam com medo de ficar doentes, basicamente. E também pelo fato de que ninguém sabia o que esperar. Boa ou má corrida, ou ainda se a pista seria boa...
| Tracy na descida que lhe daria o lugar mais alto do pódio |
Tracy : Sim, acho que no futuro pode-se esperar muito mais pilotos, que verão que o evento foi fantástico. O público estava maravilhoso hoje. Um dos melhores do circuito. Depois de Fort Willian, onde o público era imenso ( provavelmente se referindo a alguma corrida do campeonato nacional ou a alguma etapa da WC de 2004 ), esta foi a melhor neste aspecto. Então acredito que no futuro será melhor, é um caminho longo para a maioria de nós que viajou cerca de dois dias para chegar aqui. As equipes tem mutio trabalho em desmontar e transportar todas as bicicletas. Temos também que trazer peças de reposição com a gente, não temos um caminhão cheio delas, e isto implica em peso extra. Resumindo, viajar com tudo o que se precisa para ser competitivo na WC é complicado. Com a etapa se tornando um evento regular, não existem razões para não se ter mais pilotos.
DHBrasil : Então,de maneira geral você gostou, certo? e a pista?
Tracy : É, gostei sim. Bom, o percurso não é o meio tipo favorito, eu prefiro os maiores, mais rápidos e de maior velocidade.
DHBrasil : Na verdade nós não temos este tipo de circuito tradicionalmente por aqui.
Tracy : Mas o que eu estou dizendo é isso, para a WC isso é bom, assim temos varios tipos de pista. Na última semana em Mont-Saint-Anne o circuito era bem longo, bem rápido. Aqui é menor, mais lento e mais técnico. E daí você vai para o Novo México, que é bem alto e bem rochoso, então deverá ser diferente. Na Itália, estaremos nos Alpes. Enfim, a WC deve ser assim, uma corrida diferente a todo fim-de-semana. O que é legal ( ela disse cool, traduza para a sua região ).
DHBrasil : Aqui realmente é diferente do que você deve estar acostumada : pistas bem mais largas, com diversas linhas.
Tracy : É verdade, mas acho que me adaptei bem porque na Inglaterra as pistas parecem mais com estas daqui. Não temos colinas gigantes, as pistas costumam ser bem estreitas e próximas as árvores. Eu cresci andando em coisas deste tipo, então levei um tempo para me acostumar a andar em circuitos mais largos e rápidos.
Ocupando o lugar mais alto em Camboriú
Nossa conversa com vencedora da prova foi assim, informal e descontraída. Ela aparentava estar muito satisfeita com a prova e com o país. Tracy viria a vencer apenas a última etapa da Copa do Mundo, realizada em Fort Willian, na casa dela a algumas semanas atrás. A inglesa ficou com o vice-campeonato este ano, perdendo para mais um talento francês : Sabrina Jonnier.Agradecemos ao Fábio e ao Leandro da Kona Brasil que nos propiciaram um tempo com exclusividade com a piloto. Aguardem a próxima!!!



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